Conferências



Apresentação de grandes pensadores-fazedores da atualidade cujos estudos e experiências têm inspirado o desenvolvimento da Cooperação no mundo.

Robert Happé


A abundância da cooperação


Robert Happé nasceu em Amsterdã, Holanda. Estudou os ensinamentos e filosofias na Europa e no Oriente. Depois de catorze anos viajando e estudando no Oriente, Robert retornou à Europa para compartilhar o conhecimento adquirido em suas experiências de consciência. Desde 1987, vem compartilhando informações na forma de seminários na Europa, Estados Unidos, Argentina e Brasil. Em 2008, ele criou o CEE – Centro de Educação Espiritual, em São Paulo, Brasil. Seu trabalho é independente e desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e quaisquer grupos.

Lia Diskin


Cooperação em tempos vorazes, onde nada é o bastante


Cofundadora da Associação Palas Athena. Escritora, educadora, conferencista e criadora de inúmeros programas e projetos socioeducativos inovadores no Brasil e no exterior. Reconhecida internacionalmente por seu trabalho pelos Direitos Humanos e o pacifismo.

Eduardo Carmello


Cultura Colaborativa nas Organizações: conciliando produtividade com engajamento


Diretor da ENTHEUSIASMOS CONSULTORIA EM TALENTOS HUMANOS; Consultor Organizacional e Educacional especialista em Gestão Estratégica  de Pessoas. Conferencista Nacional e Docente da FGV-SP e Professor convidado da PUC RS. Autor dos livros “Gestão da Singularidade: alta performance para equipes e líderes diferenciados”, “Resiliência: a transformação como ferramenta para construir empresas de valor“ e Supere: a arte de lidar com as adversidades”; Colaborador da ABRH – Associação Brasileira de Recursos Humanos e da ABTD – Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento.

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Painéis Colaborativos



Diálogos e interações colaborativas com especialistas focando a Cultura da Cooperação em diferentes áreas e relações: Política, Trabalho, Educação, Cidadania, Mídia e Identidade.

Eduardo Marinho


Cooperação e Cidadania


Izabella Ceccato


Cooperação e Cidadania


Izabella Ceccato, 47 anos, é empreendedora social, palestrante, colunista Revista Bons Fluidos e da Green FM. É publicitária de formação, pós-graduada em Marketing e com extensão em Ecoliteracy pelo Schumacher College, na Inglaterra. Trabalhou 20 anos na área de comunicação corporativa e foi professora universitária por 10 anos. Em 2011, criou a Eco Rede Social – empreendimento que abrigava site de conteúdo para a sustentabilidade, site de crowdfunding, cursos online e uma editora sustentável – e em 2016 O Poder da Colaboração.

Maite Schneider


Cooperação e Cidadania


Maite Schneider é militante de Direitos Humanos de pessoas transgêneras desde 1990. É bacharel em Artes Cênicas e direção teatral pela UNESPAR. Idealizadora do Portal CASADAMAITE.COM – o mais antigo portal de diversidade da Internet Brasileira, e que existe desde 1997 e conta atualmente com 40 profissionais articulistas e mais de 30 mil uniques visitors/dia. É co-fundadora do Transgrupo Marcela Prado ((2006) e da ABRAT (2009) – Associação Brasileira de Transgêneros. Co-fundadora do projeto TRANSEMPREGOS (2013) – que faz a inserção de pessoas trans no mercado de trabalho, trabalhando como consultora em diversas multinacionais e projetos. Consultora do Eixo LGBT da Integra Consultoria em Diversidade e Inclusão.

Cláudia Barros Prado


Cooperação na Comunicação


Executiva de vendas do Grupo Meio & Mensagem atuando na comercialização de mídia e eventos.
Em 2007, conheci os Jogos Cooperativos e desde então sigo com-vivendo e aprendendo com esta comum-unidade que é o Projeto Cooperação, onde atuo como Coordenadora Local da Pós-graduação em Pedagogia da Cooperação & Metodologias Colaborativas. Sócia fundadora e membro do conselho da Associação Rural Natureza, comunidade intencional no interior de SP e residente em Findhorn Foundation (Escócia). Uma vivência de cooperação que destaco foi fazer o Caminho de Santiago de Compostela junto com o Cambises, meu companheiro e parceiro na jornada de aprender a tecer relações e ambientes mais cooperativos.

Arnaldo Bassoli


Cooperação na Educação e a Educação para a Cooperação


Sou psicoterapeuta de indivíduos e grupos. Gosto muito de trabalhar com gente, com grupos, com conflitos. Sou um dos sócios-fundadores da Escola de Diálogo de São Paulo, onde trabalho como professor, facilitador e mediador. Há algum tempo estamos trabalhando também com cooperação e Diálogo na Educação. Estou feliz em estar com vocês no FICOO!

Leonardo Medeiros


Cooperação na Educação e Protagonismo Jovem


É Gestor de Comunicação e Relacionamento da Junior Achievement Rio de Janeiro, sede carioca da maior organização de empreendedorismo jovem do mundo. Empreende numa holding da área de educação e tecnologia chamada ASAP e é CoIdealizador do DNA, um festival internacional sobre novas economias, cultura colaborativa e empreendedorismo cujo público são jovens de 17 a 23 anos

João Francisco Maria


Cooperação na Política e a Política da Cooperação


João Francisco é mestre em Ciência Política pela UFPE e em Políticas Públicas pela Universidade de OXFORD, sendo professor de ambas disciplinas. É servidor público da carreira de EPPGG (Gestor Federal). Trabalhou no terceiro setor e com políticas públicas diversas. Coordenou o Programa Água para Todos do Governo Federal e trabalhou com populações indígenas isoladas na Funai. É autor do livro “Caminhos para Nova Política”. É membro fundador da Rede Sustentabilidade e em 2014 foi candidato a deputado distrital. “Meu sonho é revolucionar a política a partir da lógica colaborativa, tradução contemporânea do ideal da fraternidade.

Tomás de Lara


Cooperação nas Empresas


Tomás é administrador de empresas, com master em comunicação digital, especialista em economia colaborativa e sustentável. Já atuou como conselheiro do Instituto Coca-Cola Brasil e da SNCI (Iniciativa Nacional da Indústria Criativa da Arábia Saudita). Recentemente tem focado seu trabalho e estudos na catálise de novas organizações que fomentam uma economia centrada no humano e integrada a natureza.

Luciano Lannes


Cooperação nas Empresas


Palestrante com foco em apoiar as pessoas a descobrir e ativar o potencial que possuem. Acredita que negócios sustentáveis são feitos por pessoas felizes e focadas. Estudioso e difusor de princípios do Coaching, da Cooperação e da Comunicação Empática, forma e implementa Equipes de Alta Performance. MBA pela USP. Coach Empresarial. Autor do livro Equipes e Cooperação – o elo essencial. Fundador e sócio da Editora Saraswati. Editor da Revista Coaching Brasil. Um eterno aprendiz em busca de novas provocações e desafios.

Rodrigo Santini


Cooperação nas Empresas


Bacharel em Comunicação Social pela UFPR e com pós-graduação em administração pela FGV-SP. Trabalhou no setor privado, tendo sido Diretor de Marketing da LYCRA® para a América Latina Norte e Diretor de Planejamento Publicitário para marcas como McDonald’s América Latina. Também atuou como Diretor Executivo da Childhood Brasil, organização internacional que trabalha pelo enfrentamento a violência sexual contra crianças e adolescentes. Atualmente é responsável pela Missão Social na Ben & Jerry’s Brasil, uma das primeiras marcas ativistas no mundo. No país, é responsável pela agenda ativista, tendo como um dos principais focos a questão LGBT+. É também membro do board do Greenpeace Brasil.

Gabriel Siqueira


Cooperação, mídia e as RealNews


Gabriel Siqueira, mestre em administração pela UFSC, apoia grupos, coletivos e organizações a planejar e realizar projetos colaborativos por meio do Dragon Dreaming, Sociocracia S3 e Design Thinking. Especialista em gestão de ecovilas, residiu por 4 anos na Aldeia: Coletivo de Famílias, uma comunidade intencional sustentável que ajudou a fundar na zona rural de Itacaré. Gabriel é educador e facilitador de cursos de administração e gestão colaborativa de projetos e presta consultorias para ongs, fundações, startups, negócios sociais, coletivos autogestionados, povos e comunidades tradicionais.

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Oficinas



Práticas com especialistas em Metodologias e Abordagens Colaborativas. As Oficinas acontecerão nos dias 12 e 13/10, das 14h30 às 18h30. Cada participante poderá participar de uma Oficina por dia. As inscrições para as Oficinas serão realizadas no ato do credenciamento e por ordem de chegada, respeitando-se o limite de vagas oferecidas para cada uma delas.

Heloisa Biscaia


A Arte de anfitriar conversas significativas


Venha conhecer e praticar um pouco da essência do ‘Art of Hosting’ a Arte de Anfitriar Conversas Significativas, uma comunidade de prática da Arte da Pergunta, da Escuta e da Colheita, baseada em valores como Presença, Fala com Intenção, Respeito, Participação, Acolhimento.

Atua como educadora, facilitadora de grupos e de processos participativos, guardiã do Art of Hosting no Brasil. Especialista em dinâmica de grupos e Appreciative Inquiry. Diretora na empresa COÍRIS Transformação Humana que gera Resultados, realiza consultoria de Desenvolvimento Humano e Organizacional há 15 anos.

Cynthia Ferrari


Acordos de Paz


Essa oficina fará um breve recorte no autoconhecimento focado na comunicação interrelacional. Através de vivências e ferramentas práticas vamos construir juntos os meios para “começar a virar a chave”, na maneira como nos comunicamos, começando pela auto-observação e compreendendo que existe um campo ausente de julgamento que pode ser construído, onde todos podem se encontrar.

Tornou-se gestora do Programa Florescendo de Educação Socioemocional do Movimento Awaken Love em 2011, mediadora de conflitos pela Associação Palas Athena/SP e facilitadora de Processos Circulares da Justiça Restaurativa pela Escola Ajuris, de Porto Alegre. Co-criadora da metodologia Acordos de Paz, que une autoconhecimento e comunicação, propondo uma nova maneira de se relacionar.

Guto Frank


Acordos de Paz


Essa oficina fará um breve recorte no autoconhecimento focado na comunicação interrelacional. Através de vivências e ferramentas práticas vamos construir juntos os meios para “começar a virar a chave”, na maneira como nos comunicamos, começando pela auto-observação e compreendendo que existe um campo ausente de julgamento que pode ser construído, onde todos podem se encontrar.

Desde 1991 vem buscando presença, consciência, paz e coordenando grupos de meditação e autoconhecimento. Neste trajeto tornou-se mediador de conflitos pela Escola Superior do Ministério Publico de São Paulo, facilitador em Justiça Restaurativa e fez aprofundamento em CNV (Comunicação Não Violenta). Co criador da metodologia Acordos de Paz.

José Bueno


Aikidô: A arte da cooperação


A atividade pretende apresentar a arte Aikido como uma metáfora viva para inspirar os participantes a perceberem os conflitos e tensões da vida diária como um estímulo para criação de vínculos de afeto e harmonia. A partir de uma breve introdução histórica da criação do Aikido por Morihei Ueshiba O-Sensei em meio à 2ª. Guerra Mundial, uma demonstração entre faixas-pretas apresentará o legado de harmonia e cooperação deixado para a humanidade. Alguns princípios do Aikido serão expostos de modo dialógico e vivencial por meio de práticas simples entre os participantes. Entre eles: a presença, o desejo sincero de harmonia, a empatia, a resiliência, a visão para oportunidades e o fluxo como estratégia natural.

Tenho 58 anos, dois filhos e uma netinha linda. Minhas raízes mais profundas estão na Arquitetura e no Aikido. Sonhar grande, fazer pequeno e começar logo é meu mantra preferido. Conheci a arte Aikido em 1984 com mestre Ono. Em 1994 montei minha própria escola, o Dojo Harmonia. Além da formação de faixas-pretas, trabalho com a linguagem do Aikido para provocar uma nova visão sobre liderança, educação e cidadania.

Thiago Saldanha


Comunicação Não Violenta e Tomada de Decisão nas Organizações


Você já esteve em a mesa com outras pessoas para tomar uma decisão juntos? Como foi o processo? Neste encontro vamos experimentar como podemos tomar decisões coletivas que: integre perspectivas divergentes em uma proposta, dialogue com resistências e integre objeções de forma que aumente a coesão e o engajamento do time para fazer acontecer. Um processo com base na Comunicação Não-Violenta.

Atuou durante 7 anos com investimento social em multinacionais. Desde 2015 vem pesquisando e aplicando metodologias de colaboração, co-criação como Dragon Dreaming, Sociocracia, tomada de decisão coletiva e resolução de conflito com base na Comunicação Não-Violenta. Formado pela Educação Gaia e a Schumacher College Brasil.

Kiu Coates


Comunicação Não Violenta e Tomada de Decisão nas Organizações


Você já esteve em a mesa com outras pessoas para tomar uma decisão juntos? Como foi o processo? Neste encontro vamos experimentar como podemos tomar decisões coletivas que: integre perspectivas divergentes em uma proposta, dialogue com resistências e integre objeções de forma que aumente a coesão e o engajamento do time para fazer acontecer. Um processo com base na Comunicação Não-Violenta.

Tem mais de 10 anos de experiência na área de desenvolvimento humano. Atua em grupos e organizações como facilitador de tomada de decisões coletivas, mediador de conflitos e semeador da prática de Comunicação Não-Violenta. Colaborou com equipes do Museu do Amanhã, Agência de Seguros Prudential, escolas públicas, Cirandas Educação e Saúde Criança.

Patricia Tolentino


Danças da Paz Universal - Mandala Humana


Você já participou da experiência de fazer parte de uma Mandala Humana? Com jeitos, formas, cores, contornos, crenças e valores diferentes, criamos harmonia, beleza, equilíbrio, plenitude, felicidade….. A grande chave das Danças da Paz Universal é a imediata consagração da Paz que se dá através do movimento e do canto de sílabas sementes de várias tradições do mundo, honrando e respeitando toda e qualquer forma de pensar, sentir e manifestar o amor e a sua verdade. Vem pra Roda Co-Criar o que queremos pra nós e para o mundo!

Educadora e apaixonada por processos grupais desde sempre, atua há mais de 20 anos com as Danças da Paz Universal, Danças Circulares e Danças Pedagógicas, além de outras práticas lúdicas e de sensibilização para a jornada de desenvolvimento do Ser-Humano. Consultora especializada em metodologias colaborativas e experienciais, atua em grupos e organizações em diversas áreas como social, institucional, de educação e saúde.

Mariana Miranda


Democracia Profunda


A vivência irá abordar o que é a Democracia Profunda (Método Lewis) e suas bases conceituais, além de exercícios práticos que permitirão uma introdução na teoria e prática da Democracia Profunda. Suas ferramentas  permitem lidar de maneira direta com os conflitos e desenvolvem a empatia e a resiliência nos sistemas, propiciando um campo fértil para a prática colaborativa e empreendedora de suas próprias tecnologias de transformação social. A Democracia Profunda permite que transformações poderosas ocorram dentro de um tempo e espaço acordados no coletivo.

Mariana é fundadora da consultoria de comunicação integral Sopro de Pania e trabalha na Reos Partners desde 2012. Trabalhou em diversos projetos de larga escala e abordagem dialógica multisetorial, endereçando temas como desenvolvimento local e internacional, políticas públicas de re-habilitação, mobilidade urbana, democracia, sociedade civil e educação.

Cuca Righini


Design Thinking


Oficina de Design Thinking na qual os participantes poderão entender o mindset do Design e seu potencial de aplicação, a partir de uma experiência prática e um desafio real.

Arquiteta e Urbanista, atua como designer e facilitadora de experiências de aprendizagem e cultura organizacional. Formada pela FAUUSP e diplomada pela Universidade de Cambridge em Ensino de Inglês para Adultos. Especialista em Pedagogia da Educação, Aprendizagem Mediada e Design Thinking. Através de uma formação multidisciplinar, construiu uma carreira voltada ao design de experiências com foco no desenvolvimento humano e construção de conhecimento colaborativo. Desde 2015 facilita processos de Design Thinking para desenvolver cultura e mindset para inovação, trabalhando também com a abordagem da Teoria U, CNV e Pedagogia da Cooperação para co-criar ambientes organizacionais que aprendem.

 

 

Caio Vassão


Design Thinking


Oficina de Design Thinking na qual os participantes poderão entender o mindset do Design e seu potencial de aplicação, a partir de uma experiência prática e um desafio real.

Graduado e doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Pesquisador de Arquitetura Móvel, Arte Contemporânea, Design de Interação e de Interfaces. Já foi professor da Faculdade de Artes Plásticas da FAAP, professor e Pesquisador do Centro Universitário Senac e participou de diversos programas de pós-graduação, como Design Estratégico e Design de Interação (ambos no IED/SP), Design Centrado no Usuário (Universidade Positivo/PR), e Design (FAAP). Há mais de 20 anos trabalha e pesquisa com o impacto da tecnologia digital sobre o meio urbano, envolvendo complexidade e processos colaborativos. Presta consultoria em inovação em que utiliza o Metadesign, o projeto de sistemas complexos.

Patrizia Bittencourt


Economia Criativa e Colaborativa


A oficina Economia Criativa e Colaborativa segue os princípios da nova economia: mais complexa, conectada, aberta e distribuída. A oficina propõe uma perspectiva nova para buscar o valor talento, pela criatividade, pelo compartilhamento e pela colaboração. Por meio de ferramentas inovadoras e baseada na teoria pensamento complexo e da sociedade em rede, a oficina amplia a visão de mundo que considera mudanças tecnológicas e de comportamento.

Patricia Bittencourt é fluxonomista 4D, facilitadora e designer de aprendizagem e sócia da Cuidadoria. Linguista, mestre em Economia, desenvolve projetos de economia criativa, nova economia, colaboração e sustentabilidade. Co-gestora do coletivo Economia Criativa do Paraná em Rede (REDEC), é facilitadora de modelagem de projetos e empreendimentos culturais e criativos certificada pelo Ministério da Cultura.

Claudio Thebas


Escuta, improviso e Cooperação


Totalmente prática e apoiada em jogos e brincadeiras, a oficina de Escuta, Improviso e Cooperação tem como objetivo propiciar aos participantes a vivência de um estado mais sensível de escuta de si mesmo, do outro, do aqui e do agora. Cada oficina é uma porque cada encontro também é único. E os aprendizados se revelam à partir dessa interação, verdadeira e profunda, com tudo e com todos.

É palhaço, escritor, educador e pós graduado em Pedagogia da Cooperação. É sócio da LEC – Laboratório de Escuta e Convivência, empresa voltada ao desenvolvimento de pessoas com foco em cooperação, felicidade e resultados sustentáveis. É criador de vários projetos de transformação social: – Forças Amadas – Tomaraquide – Playmonday. Seus livros já venderam mais de 700.000 exemplares e sua web série “Fala que eu te escuto” tem mais de 1.500.000 acessos. 

Rodrigo Borges


Folga para Conversas Significativas


Rodas de Conversação que acontecerão durante o tempo livre do Festival. Esse espaço é aberto e tem o intuito de ser acolhedor para compartilhar o que está mais vivo e pulsante, após vivenciar as atividades programadas e as não-programadas. Um lugar para TransPirar a abundância de conhecimentos, experiências e relacionamentos.

 

Diretor criativo e Gestor de negócios do Folga na Direção, um hub criativo especializado em criar conteúdo, experiências e eventos para impacto positivo. Co-fundador do Recanto Bossa Nova, um espaço para desenvolver pessoas e organizações. Empreendedor e comunicador com especialização em Design para Sustentabilidade, Marketing, e Direção de Documentário e Fotografia pelas instituições FAAP, Gaia Edication e Academia Internacional de Cinema. Acredita na evolução individual e coletiva através do autoconhecimento, do audiovisual, da colaboração e do bom humor.

Pá Falcão


Jogos Cooperativos de Tabuleiro


Oficina de Jogos Cooperativos de Tabuleiro – jogos de tabuleiro são muito mais que Banco Imobiliário, War e O Jogo da Vida. Nesta oficina experimentaremos alguns jogos de tabuleiro realmente legais.

Pá Falcão é um Ser Brincante no Planeta Terra, a serviço de um Mundo Melhor. Foi para Findhorn na Escócia, conheceu os Jogos Cooperativos e descobriu o que queria fazer da vida. Desde então é astróloga, consultora e game designer, sempre usando uma abordagem cooperativa e transdisciplinar em seu trabalho.

Frans Limpens


Juegos Cooperativos, Resolución de Conflictos y Derechos Humanos


Importante: Essa oficina será realizada em espanhol, com o apoio de tradução espontânea e colaborativa

Workshop divertido com uma variedade de jogos cooperativos, com suas reflexões, que podem ser aplicadas em diferentes grupos de trabalho comprometidas com os direitos humanos, a paz e a solidariedade. Iremos trabalhar para apresentação, conhecimento, afirmação, confiança do grupo, ou seja, ferramentas para fortalecer o trabalho em equipe (jogos de comunicação e cooperação), para a partir de uma prática de respeito, apreço, empatia e solidariedade promover a tomada de decisão democrática e liderança cooperativa. A apostila deste workshop contém mais de 1.800 jogos cooperativos, por isso não há qualquer desculpa para cair na repetição e rotina monótona.

Belga, casado, com dois filhos. Doutorando em ‘Direitos Humanos e Desenvolvimento’ em Sevilha, Espanha. Bacharel e mestre em pedagogia na Universidade Católica de Leuven, na Bélgica. Membro fundador e coordenador de Educação e Treinamento em Direitos Humanos, A.C. (Edhuca), desde maio de 2002, e Ação para a Educação em Direitos Humanos, A.C. (Aprenderh), de 1999 a 2002. Realiza workshops para uma cultura de paz e direitos humanos com metodologia de jogos cooperativos no México, Guatemala, Nicarágua, Costa Rica e Colômbia. Publicações e traduções de manuais de educação em direitos humanos na Bélgica, na Espanha e no México. Organização de mais de 50 cursos e oficinas internacionais em seu país.

 

 

 

 

 

Polyana Lourenço


Mais libras, por favor! - um convite ao movimento


Aprender Libras e disseminar esta língua é um passo fundamental para uma realidade mais diversa, inclusiva e cooperativa. Tanto pessoas surdas como pessoas ouvintes podem conversar através desta língua, que é viva, fluida e abundante em possibilidades expressivas! Se você ainda não sabe Libras, aproveita essa oficina! Você vai conhecer o projeto Libras na Casa Naara, que tem por objetivo incentivar a integração entre comunidade surda e ouvinte, vai aprender algumas noções básicas sobre cultura surda e comunicação em Libras com dinâmicas de expressão facial e corporal, e esclarecer dúvidas sobre o tema.

Polyana Lourenço é educadora e contadora de histórias. Formada em Pedagogia com intercâmbio em Ciências da Educação e especialização em Educação Museal. Investiga na prática a construção de projetos colaborativos, tendo a diversidade como um princípio e a acessibilidade de todas as formas como utopia. É idealizadora e coordenadora do projeto Libras na Casa Naara, desenvolvido com a Ana Carla (professora surda de Libras) e Fernando Cespe (guardião da Casa Naara), que tem por objetivo a troca de experiências, conhecimento e integração entre comunidade surda e ouvinte.

Ana Carla Oliveira


Mais libras, por favor! - um convite ao movimento


Aprender Libras e disseminar esta língua é um passo fundamental para uma realidade mais diversa, inclusiva e cooperativa. Tanto pessoas surdas como pessoas ouvintes podem conversar através desta língua, que é viva, fluida e abundante em possibilidades expressivas! Se você ainda não sabe Libras, aproveita essa oficina! Você vai conhecer o projeto Libras na Casa Naara, que tem por objetivo incentivar a integração entre comunidade surda e ouvinte, vai aprender algumas noções básicas sobre cultura surda e comunicação em Libras com dinâmicas de expressão facial e corporal, e esclarecer dúvidas sobre o tema.

Ana Carla é surda, professora de Libras formada em Pedagogia Bilíngue e está cursando pós graduação em Libras: Ensino, Tradução e Interpretação. Trabalha com o ensino da língua para diversas idades e contextos sociais. É colaboradora no projeto Libras na Casa Naara, desenvolvido com a Polyana (idealizadora e coordenadora) e Fernando Cespe (guardião da Casa Naara), que tem por objetivo a troca de experiências, conhecimento e integração entre comunidade surda e ouvinte.

Ronaldo Crispim


Música do Círculo


Uma vivência musical inclusiva em que cada pessoa é seu próprio instrumento, cantando, criando ritmos e desenhando movimentos no espaço. De uma forma colaborativa e com senso de propósito, a música circular convida os participantes a concretizarem a experiência da comunidade e da diversidade, inspirando as relações e a conexão humana.

Ronaldo Crispim atua com música corporal há mais de 10 anos em ambientes de arte, educação, ação social e corporativo, criando espaços de conexão humana e cooperação por meio do fazer musical coletivo, da escuta, do jogo e da pedagogia da cooperação.

Pedro Consorte


Música do Círculo


Uma vivência musical inclusiva em que cada pessoa é seu próprio instrumento, cantando, criando ritmos e desenhando movimentos no espaço. De uma forma colaborativa e com senso de propósito, a música circular convida os participantes a concretizarem a experiência da comunidade e da diversidade, inspirando as relações e a conexão humana.”

Pedro Consorte é artista-educador de formação híbrida (música e dança), integrou o grupo STOMP por 2 anos, compõe o time de professores do Internatiotnal Body Music Festival e se dedica cada vez mais a processos de aprendizado e desenvolvimento humano.

Zuza Gonçalves


Música do Círculo


Uma vivência musical inclusiva em que cada pessoa é seu próprio instrumento, cantando, criando ritmos e desenhando movimentos no espaço. De uma forma colaborativa e com senso de propósito, a música circular convida os participantes a concretizarem a experiência da comunidade e da diversidade, inspirando as relações e a conexão humana.”

Zuza Gonçalves é músico e artista educador e há mais de 15 anos tem explorado caminhos alternativos no fazer musical coletivo. É educador do Centro de Música do Sesc Vila Mariana e parte do corpo docente do workshop Circlesongs do Bobby McFerrin no Instituto Omega em Nova York.

Arthur Asnis


O Emocionar como fundamento para o cooperar


Nessa vivência vamos sentir e refletir a respeito da importância das emoções como peça fundamental do fazer cotidiano e, em especial, quando falamos de cooperação ou de colaboração. “As emoções, como fenômeno biológico, pertencem à dinâmica interna da geração do espaço das condutas relacionais que um organismo pode viver em cada instante e são cegos ao contexto relacional do organismo em que surgem” (Humberto Maturana).

Arthur é pai da Marina e do Lucas, casado com a Denise. Empreendedor e empresário, atua como executivo em uma empresa que desenvolve soluções de software. Nos últimos 10 anos tem trilhado um caminho de desenvolvimento pessoal associado à linha de pensamento desenvolvida por Humberto Maturana e Ximena Dávila, conhecida por Biologia-Cultural.

Denise Moreira Asnis


O Emocionar como fundamento para o cooperar


Nessa vivência vamos sentir e refletir a respeito da importância das emoções como peça fundamental do fazer cotidiano e, em especial, quando falamos de cooperação ou de colaboração. “As emoções, como fenômeno biológico, pertencem à dinâmica interna da geração do espaço das condutas relacionais que um organismo pode viver em cada instante e são cegos ao contexto relacional do organismo em que surgem” (Humberto Maturana).

Denise é mãe da Marina e do Lucas, casada com o Arthur. Depois de uma história de transformações como executiva da área de RH em instituições financeiras e na Natura, resolver empreender e hoje se dedica a colocar suas experiências a serviço de organizações e de pessoas.

Lucas Moreira Asnis


O Emocionar como fundamento para o cooperar


Nessa vivência vamos sentir e refletir a respeito da importância das emoções como peça fundamental do fazer cotidiano e, em especial, quando falamos de cooperação ou de colaboração. “As emoções, como fenômeno biológico, pertencem à dinâmica interna da geração do espaço das condutas relacionais que um organismo pode viver em cada instante e são cegos ao contexto relacional do organismo em que surgem” (Humberto Maturana).

Lucas formou-se em Comunicação Social, pela Saint Louis University em Madrid (ES). Foi aluno da Escola Waldorf Rudolf Steiner. Cursou a Universidade Viva Inkiri (Piracanga) e passou por um programa na YIP – Youth Initiative Program, escola de empreendedorismo social localizada em Järna (Suécia) e um programa de Biologia-Cultural na escola Matriztica (Chile).

 

Denise Curi


O Jogo da Política


O Jogo da Política, ferramenta pedagógica de educação política, é um conjunto de três metodologias presenciais que simulam os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, levando os jovens a vivenciarem a complexidade da política. O jogo tem como objetivo abordar temas relacionados à política de forma simples, divertida e participativa com o público jovem, despertando a empatia e o interesse por tema tão árido. A partir de perguntas como: “o que é um julgamento?”, “como é dividido o orçamento de uma cidade?”; “como as leis são criadas?”; o jogo instiga o público a descobrir interesses dentro da política, a pesquisar soluções para problemas e, assim, a se tornar mais crítico e participativo. Nesta oficina iremos experimentar dinâmicas do Jogo do Executivo e do Legislativo.

Eterna mestre-aprendiz, acredita que, como seres em relação que somos, educar deva ser sobre cuidar e regenerar relações. Seu trabalho bebe de sua prática do Yoga, dos anos como pesquisadora acadêmica, das grandes escolas por onde passou (USP, UNICAMP, Harvard, Schumacher College, Sustainability Institute) e, principalmente, de sua curiosidade e vontade de conhecer e se reinventar.

 

Fernando Conte


Oásis e Filosofia Elos


O Jogo OASIS, baseado na Filosofia Elos, fortalece relações entre pessoas, construindo um forte senso de comunidade e de integração pautados pela apreciação, relações autênticas, propósito, cuidado e disposição para agir já. Esta oficina apoia a construção de ações que visem o desenvolvimento de pessoas estimulando competências para engajar grupos e comunidades numa iniciativa cooperativa. Vamos utilizar um jogo que movimenta talentos e recursos locais para transformar lugares e realizar sonhos coletivos! Que tal nos unirmos para criar o futuro dos sonhos?

Fernando Conte tem 29 anos, publicitário formado pela ESPM-SP, com pós-graduação em Sócio-Psicologia pela FESP-SP e em Pedagogia da Cooperação pelo Projeto Cooperação, trabalha no Instituto Elos há 4 anos com foco em Comunicação Institucional e prospecção e seleção de redes e participantes para o programa Guerreiro Sem Armas.

Roberto Martini


Pedagogia da Cooperação


A Pedagogia da Cooperação é uma abordagem criada para ajudar a conciliar produtividade com felicidade, nas empresas, escolas, comunidades, governos, ongs, família e vida pessoal. Nesta oficina, compartilharemos as 7 Práticas da Pedagogia da Cooperação para criar ambientes e relacionamentos onde todo mundo pode VenSer quem é, para poder SerVir mais plenamente ao bem comum.

Consultor especializado em Metodologias Colaborativas e no desenvolvimento de projetos de cooperação no contexto Organizacional; Educacional; Comunitário e na Gestão Pública. Facilita processos de grupos, utilizando Pedagogia da Cooperação; Jogos Cooperativos; Word Café; Open Space; Comunicação Não Violenta e Danças Circulares. Atua prestando consultoria  para projetos voltados a cultura de paz e valores humanos. 

Steffen Munzner


Thinking Environment


Em um Ambiente para Pensar/Thinking Environment (TE), quem está na posição de pensador recebe atenção, escuta ativa e todos os outros componentes da abordagem. A partir disso, tem a possibilidade de tomar decisões mais assertivas e, como consequência, agir de forma mais sábia. Neste workshop, os participantes irão coletivamente experimentar o Ambiente para Pensar e criá-lo um para o outro. Através de vários exercícios individuais e em grupo, os participantes saberão como ouvir para catalizar pensamentos nos outros – não apenas ouvir para responder, como é o costumeiro. Assim, o grupo e os indivíduos vão experimentar como é pensar de maneira mais aprofundada, ir além das dualidades, bloqueios e verdades relativas.

Steffen é especialista em Thinking Environment e também é executive coach (Integral Coaching Canada®) e consultor em desenvolvimento organizacional, sustentabilidade, inovação e liderança (MBA Cumbria University, UK). Ministra palestras e aulas sobre complexidade e inovações para educação executiva. Especialista em abordagens de mudanças integrais, é um facilitador de processos e grupos com uma gama de metodologias, ajudando profissionais e empresas a criar novas habilidades, processos e sistemas para lidar com incertezas e a crescente complexidade.

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Laboratório de Com-Vivências



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Ana Paula Navarro


OFICINA DO CONVIVER: círculo de cooperação e expressividade simbólica

A OFICINA DO CONVIVER é uma metodologia cooperativa apoiada na valorização da convivência, da promoção da saúde e da paz, tendo como estruturação de suas atividades técnicas expressivas, processos circulares e criativos, sob o enfoque da psicologia analítica. Esta metodologia compõe uma pesquisa em andamento, que busca, em um levantamento exploratório, identificar e compreender as preocupações prementes e recorrentes de adolescentes de Ensino Médio em escola pública de São Paulo e comportamentos e emoções relacionados a estas preocupações. A proposta é experimentar a metodologia e compor um cenário de reflexões e inquietações que nos aproximem dos desafios complexos atuais de adolescentes, partindo de uma indagação: “O que me preocupa?”. A oficina é um espaço de interação e compartilhamento, permeado por experiências significativas, diálogo, expressividade e produções, compreendidas em sua dimensão simbólica.

Carlão Rodrigues


Cooperar, pode?

Esta Com-Vivência tem como objetivo debater sobre a aplicação de Jogos Cooperativos, e outras atividades em uma proposta com regras abertas à participação ativa, favorecendo a compreensão de que jogamos cooperando. Nosso interesse é favorecer um espaço durante a participação onde o participante, possa interagir com o jogo, com as pessoas e se necessário interferir nas regras, oferecendo ao grupo a oportunidade de servir cooperando e sendo assim co-criadores e cuidadores da cooperação.  Acreditamos que esta proposta poderá levar os participantes à inúmeras reflexões e questionamentos, gerando uma comum-unidade que busque o encontro e respeite as pessoas para viver de forma coerente com o que desejamos. Um mundo mais humano.

Gladson de Oliveira


CAPOEIRA: Um Jogo Cooperativo

O Laboratório de Convivências CAPOEIRA: Um Jogo Cooperativo propõe a vivência da Capoeira e dos seus fundamentos (corporeidade, musicalidade, história e ritualística) em uma perspectiva cooperativa, promovendo a integração e o desenvolvimento da consciência individual e coletiva dos participantes, despertando a alegria e o espírito de celebração.

Helen Faria


Jogos de Conexão: jogos com significado para a vida

É possível ter e insights e desenvolver habilidades emocionais a partir do lúdico, do brincar, do leve e do corpo. A proposta é despertar através do sentir, saindo do mental, do verbal e do individual, dando cor, cheiro e formas as emoções e sentimentos vividos e experimentados a partir do jogo, trazendo para o plano real como trocamos com o outro e com o mundo. Os participantes após vivenciar os jogos poderão utilizar os insights aprendidos para o seu dia a dia transformando os antigos padrões mentais e facilitar os jogos em grupos de trabalho, família, eventos, terapias, ou seja, para qualquer tipo de grupo e para qualquer idade. Jogos de Conexão, são jogos terapêuticos, corporais, lúdicos e colaborativos utilizando também ferramentas de Mindfulnes, arte e técnicas expressivas, para a conexão com o Eu, com o outro e com o mundo para ver e sentir uma grande transformação.

Laura Caessens


AMPLI-AÇÃO: Criando relações ganha-ganha com a Comunicação Não-Violenta

Segundo a comunicação não-violenta, toda e qualquer ação que fazemos é para atender a uma necessidade, assim cuidando do nosso bem-estar. Nessa oficina exploraremos as relações entre necessidades e estratégias como forma de: 1. Aumentarmos a consciência sobre nosso mundo interno; 2. Conhecermos de onde partem nossas ações e as dos outros; 3. Ampliarmos as possibilidades de conexão com nós mesmos e os outros; 4. Termos mais qualidade de vida e bem-estar; 5. Criarmos PODER COM as pessoas em lugar de PODER SOBRE pessoas. Abordaremos o conteúdo proposto por meio da ludicidade e jogos, construindo o conhecimento a partir da experiência do grupo, utilizando de metodologias ativas e do Jogo Grok.

Lucia Fernanda


Vivência baseada na experiência realizada com alunos do Ensino Médio Técnico de Farmácia do ITB do Engenho Novo de Barueri.

Foram aplicados 6 encontros com 70 estudantes, abordando os temas convivência e cooperação, com práticas de jogos dos simples aos mais complexos, em encontros com duração de 50 minutos, com a abordagem de temas como, “a importância da cooperação e da convivência”, “a prática do diálogo e da escuta”, “o cuidado com o outro”, “a confiança”, “a co-criação” e a “celebração”. Logo após o segundo encontro os alunos reportaram melhoria do diálogo no ambiente familiar. Em questionário aplicado após os seis encontros, relataram que os jogos favoreceram o convívio e o respeito entre eles, que aprenderam a se ouvir mais e que acreditam que os jogos cooperativos podem melhorar ainda mais a união, a convivência e a cooperação entre os alunos da escola.

Marcia Valentim


Atividades Cooperativas na Cadeira

Aula de 50 minutos voltada para idosos, com objetivo principal de diversão.  A aula é realizada baseada em 3 (três) elementos centrais: cadeira, músicas e movimentos dos membros superiores e inferiores. Esses movimentos são exercícios feitos com o idoso sentado que estimulam as articulações, musculatura e cognição. Tais exercícios são realizados no ritmo da música variando entre músicas mais lentas até músicas mais agitadas. A aula ocorre respeitando o limite de cada idoso, assim, não há muita cobrança em relação à execução perfeita do movimento. A ideia da aula é justamente fazer com que cada idoso aperfeiçoe gradativamente e supere suas expectativas alcançando resultados cada vez melhores.

Marcio Tubarão


Cantando e Cooperando.

A oficina “Cantando e Cooperando”, nasce de um sonho em oportunizar o lúdico e a cooperação em um único em-com-tro. A partir daí, nasce o CD professor Márcio Tubarão: Cantando e Cooperando que tem como principal objeto fomentar a cooperação através de cantigas de socialização, vivências musicais e cooperativas, buscando a interação, socialização, partilha e ludicidade entre os participantes. A oficina possui práticas e reflexões a cerca do outro como parte do eu e suas relações com a construção de um mundo melhor.

Maria Lúcia Futuro


AMAMENTAÇÃO: pra começar… cooperação e abundância.

Aproveitando o tema da Semana Mundial da Amamentação de 2018 – Amamentação como base da vida e a ideia de parceria e cooperação do FICOO, a proposta é ressaltar, com atividades lúdicas, a vivência de amamentação no sentido de apoio, companheirismo, não só entre mãe e bebê, mas também entre as pessoas do círculo familiar, ampliado o círculo para vizinhos e entorno social. Trabalhar ainda a percepção dos interesses de Indústrias no consumo de produtos que interferem na amamentação. Iniciando com uma breve apresentação das pessoas através de uma canção, a proposta é aproveitar as experiências dos participantes e desenvolver a atividade utilizando material em pano, música e criatividade para esquematizar um esboço de projeto com os interesses das pessoas presentes. O material a ser utilizado são folhas para resumo das propostas (papel jornal ou jornal mesmo, ou papel pardo, ou semelhante e giz de cera)- Que serão levados e as canetas da organização.

Marina de Martino


AMPLI-AÇÃO: Criando relações ganha-ganha com a Comunicação Não-Violenta

Segundo a comunicação não-violenta, toda e qualquer ação que fazemos é para atender a uma necessidade, assim cuidando do nosso bem-estar. Nessa oficina exploraremos as relações entre necessidades e estratégias como forma de: 1. Aumentarmos a consciência sobre nosso mundo interno; 2. Conhecermos de onde partem nossas ações e as dos outros; 3. Ampliarmos as possibilidades de conexão com nós mesmos e os outros; 4. Termos mais qualidade de vida e bem-estar; 5. Criarmos PODER COM as pessoas em lugar de PODER SOBRE pessoas. Abordaremos o conteúdo proposto por meio da ludicidade e jogos, construindo o conhecimento a partir da experiência do grupo, utilizando de metodologias ativas e do Jogo Grok.

Marta Medeiros


Danças Circulares dos Povos do Mundo – em Pé e em Cadeiras

A oferta de trabalho com Danças e Danças Circulares para idosos com pouquíssima mobilidade, com diagnósticos de senilidade, comprometimento cognitivo e ainda com quadros psiquiátricos é algo em crescimento. O trabalho socioeducativo com as danças circulares visa propiciar resultados efetivamente transformadores ao possibilitar a educação dos gestos individuais com avanço gradativo aos gestos coletivos. Trabalhando também o respeito a ancestralidade das diferentes origens de cada pessoa ressaltando o respeito e a admiração das origens de cada participante. Resgatar as Danças Circulares dos Povos do Mundo é um processo leve e prazeroso de meditação ativa que traz a tona sentimentos alegres e profundos. Estarmos conectados em um único circulo, em semi- círculo ou até em filas, possibilita o resgate da ancestralidade e de nossas origens quando através das danças podemos ouvir musicas e dançar as diversas culturas de nossas famílias. A cada encontro o vinculo afetivo fica mais fortalecido, já que as danças estimulam o contato pessoal de maneira delicada e amorosa. Esta atividade também ativa substâncias essenciais a saúde física e emocional, tais como: Endorfina, Oxitocina, Dopamina, Serotonina Noradrenalina e Gaba.

Nina Terra


Vivência A.M.E. – Arte, Movimento e Energia

Um momento para nos conectarmos com a energia abundante dentro dos nós, dentro de nós, entre nós, no encontro. Através da Arte, do movimento corporal, respiratório e coletivo e percebendo a energia vital que nos habita, envolve e nos aponta caminhos, cada um trabalhando aceitação e confiança em seu momento interno presente. Vivências de liberação dos bloqueios e resgate da própria potência e força do coletivo, percepção do ambiente e percepção do pertencimento de cada um ao Todo. Sob a ótica da Pedagogia da Cooperação, combinaremos dois poderosos caminhos para conexão: Yoga e Arteterapia. Respiração, meditação, relaxamento, percepção e expressão corporal, cantos, Dança Circular e conexão energética e emocional, vivências lúdico-cooperativas…

Sergio Luciano


AMPLI-AÇÃO: Criando relações ganha-ganha com a Comunicação Não-Violenta

Segundo a comunicação não-violenta, toda e qualquer ação que fazemos é para atender a uma necessidade, assim cuidando do nosso bem-estar. Nessa oficina exploraremos as relações entre necessidades e estratégias como forma de: 1. Aumentarmos a consciência sobre nosso mundo interno; 2. Conhecermos de onde partem nossas ações e as dos outros; 3. Ampliarmos as possibilidades de conexão com nós mesmos e os outros; 4. Termos mais qualidade de vida e bem-estar; 5. Criarmos PODER COM as pessoas em lugar de PODER SOBRE pessoas. Abordaremos o conteúdo proposto por meio da ludicidade e jogos, construindo o conhecimento a partir da experiência do grupo, utilizando de metodologias ativas e do Jogo Grok.

Vinicius Heine


O Laboratório de Convivências CAPOEIRA: Um Jogo Cooperativo propõe a vivência da Capoeira e dos seus fundamentos (corporeidade, musicalidade, história e ritualística) em uma perspectiva cooperativa, promovendo a integração e o desenvolvimento da consciência individual e coletiva dos participantes, despertando a alegria e o espírito de celebração.

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Feira de Boas Práticas



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Adriana Castro


BEM-BOM-BELO

A visão da Eubiose consiste essencialmente numa abordagem humanista e proativa, dirigida para o melhoramento permanente do Homem, do ponto de vista intelectual, afetivo-emocional e espiritual, seja qual for sua origem ou etnia, crença ou religião, ideologia política ou profissão. Para a Eubiose, é o desenvolvimento harmonioso de todo o potencial humano que importa, tanto do ponto de vista individual, como do coletivo. A proposta da Eubiose pressupõe que o melhoramento individual deverá refletir-se em uma situação continuada de felicidade e de harmonia social, conseguidos por uma administração equilibrada da causa pública e do bem comum, em todas as esferas de governo.

Ana Cristina


JOGOS COOPERATIVOS: FERRAMENTA PARA O DESENVOLVIMENTO DE VALORES HUMANOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

Ana Cristina de Oliveira

Os Jogos Cooperativos vêm sendo utilizados em diferentes segmentos, dentre eles podemos apontar a Educação Física Escolar, com propósito do desenvolvimento afetivo/social, motor e cognitivo, buscando agregar valores, princípios e modos de comportamento, oferecendo novas possibilidades no processo de educação do ser humano. O objetivo foi desenvolver as habilidades interpessoais através da aplicação dos Jogos Cooperativos. Chegamos a conclusão de que os Jogos Cooperativos proporcionaram mudança de visão dos alunos com relação ao ensino da Educação Física. Tiveram boa convivência contribuindo para a formação de valores humanos e éticos, baseados no respeito e na socialização. Enfim, para os bolsistas, possibilitou um avanço na formação profissional: maturidade e conhecimento.

Ana Cristina


EXPERIÊNCIAS PEDAGÓGICAS ATRAVÉS DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Ana Cristina de Oliveira

Os estágios para a formação docente foram realizados em três escolas privadas. A leitura dos Projetos Pedagógicos permitiu constatar uma Educação Física que se identifica com práticas da cultura corporal de movimento na direção da formação cidadã e integral do ser humano, direção que reconhecemos também na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).  A partir das experiências nos estágios, possibilitou conhecimento e a aprendizagem da realidade do ensino de Educação Física. Sabe-se que estamos frente à BNCC, a qual consideramos relevante para estudos, aprofundamentos, reflexões e discussões, principalmente no que se refere à práxis educativa transformadora que leve à autonomia e ao multiculturalismo histórico crítico alcançando uma realidade mais justa, humana e igualitária. Mediante as experiências pedagógicas dos estágios foi possível ter o conhecimento e a aprendizagem da realidade do Ensino de Educação Física.

Ana Paula Navarro


OFICINA DO CONVIVER: preocupações prementes de adolescentes do Ensino Médio sob o olhar da psicologia analítica

A OFICINA DO CONVIVER é uma metodologia cooperativa apoiada na valorização da convivência, da promoção da saúde e da paz, tendo como estruturação de suas atividades técnicas expressivas, processos circulares e criativos, sob o enfoque da psicologia analítica. O presente trabalho apresenta uma pesquisa de levantamento exploratório em andamento, que busca identificar e compreender as preocupações prementes e recorrentes de adolescentes de Ensino Médio em escola pública de São Paulo e comportamentos e emoções relacionados a estas preocupações. A oficina é um espaço de interação e compartilhamento, permeado por experiências significativas, diálogo, expressividade e produções, compreendidas em sua dimensão simbólica.

Andrea Leoncini


Jornada Cooperativa

Em 1992, foi fundada a Auri Verde, com a cooperação dos moradores do bairro Jardim Auri Verde, da construção de sua sede a realização de eventos na comunidade, a cooperação sempre foi a base para a mobilização comunitária da organização. Hoje, com 6 unidades de educação Infantil, 1 Centro para Crianças e Adolescentes e uma sede social, a organização a Auri Verde atende mais de 1200 crianças e adolescentes diretamente, atua na região do Grajaú zona sul de São Paulo, com o foco de fortalecer os valores da cooperação. Em 2014, iniciamos um processo de avaliação e fortalecimento do propósito da Auri Verde, assim surgiu a Jornada Cooperativa, que promoverá a formação de nossos 146 colaboradores tendo como base a Pedagogia da Cooperação, garantindo a reflexão das práticas desenvolvidas em nossas unidades mantendo sempre a premissa de repassar a importância da cooperação como base da sociedade, fornecendo subsídio a nossos colaboradores para fomentar práticas junto às crianças, adolescentes e seus familiares, promovendo uma nova perspectiva de interação entre a comunidade e a organização.

Armário Coletivo


Armário Coletivo: compartilhe e receba

O Armário Coletivo é uma ação de intervenção urbana, que utiliza armários para transformar espaços públicos e criar .Novos Hábitos. de consumo entre pessoas. Hoje são 13 armários espalhados na capital catarinense. Juntos, eles recebem cerca de 380 objetos por dia, uma média de 40 itens em cada um, com grande rotatividade. Geram uma economia de cerca de R$ 9,6 mil por mês em cada armário, por meio dos Compartilhamentos e da Colaboração entre as pessoas.

Carolina Gouveia


Embaixadores Aporé

Você sabia que, segundo uma pesquisa do Instituto Gallup, 87% das pessoas não estão felizes com seu trabalho? Acreditamos que quando nos conectamos com os nossos talentos e despertamos para a nossa melhor versão para a construção do melhor mundo, conseguimos transformar realidades. E sabemos que apenas nós da Aporé não damos conta de tudo sozinhas! Então, criamos o Embaixadores Aporé, que é um programa de formação de pessoas para a facilitação de workshops voltados para o autoconhecimento e o desenvolvimento profissional dos jovens impactados! No momento de estarem nos espaços educacionais, o objetivo é de que os embaixadores exerçam o papel de facilitador não apenas dos workshops em si, mas de alguém que está ali para auxiliar o jovem na conexão consigo mesmo, pensando em quais são seus reais sonhos e talentos, sem julgamentos e pressão, e em como aliar tudo isso no seu caminho profissional.

Claudemir Pereira


Transforma mais transformando pequenas atitudes em grande acoes.

Esse trabalho foi criando na pós-graduação em 2011, na qual eu e 3 colegas colegas nos unimos para fazer ações sociais em pequenas comunidades. Começamos atendendo cerca de 2 mil crianças carentes na Chapada Diamantina. Hoje, estamos na 7ª edição do projeto, onde teve um crescimento grande tanto nos brinquedos, como nas pessoas envolvidas e muitos voluntários. Essas acoes acontecem principalmente na época de natal. É um trabalho que fazemos com muito carinho e amor, e muito gratificante ver o sorriso e alegria de uma criança ao receber um brinquedo das mãos do Papai Noel.

 

Conceição Rocha


Vivendo uma Pedagogia da Animação

O trabalho em comum-unidade só fortalece as relações. Quando este é realizado com animação fortalece as trocas aproximando as pessoas e unindo os ânimos por uma proximidade com o outro. Realizo essa prática da pedagogia da animação na EMEIEF Carlos Drummond de Andrade em Santo André em todos os ciclos entre infantis e fundamental desde o ano de 2017. Acredito no trabalho em cooperação e o caminho da vivência pedagógica com animação levou-me acreditar ainda mais nas ações com as crianças envolvidas.

Edson Passos


Jornada Cooperativa

Em 1992, foi fundada a Auri Verde, com a cooperação dos moradores do bairro Jardim Auri Verde, da construção de sua sede a realização de eventos na comunidade, a cooperação sempre foi a base para a mobilização comunitária da organização. Hoje, com 6 unidades de educação Infantil, 1 Centro para Crianças e Adolescentes e uma sede social, a organização a Auri Verde atende mais de 1200 crianças e adolescentes diretamente, atua na região do Grajaú zona sul de São Paulo, com o foco de fortalecer os valores da cooperação. Em 2014, iniciamos um processo de avaliação e fortalecimento do propósito da Auri Verde, assim surgiu a Jornada Cooperativa, que promoverá a formação de nossos 146 colaboradores tendo como base a Pedagogia da Cooperação, garantindo a reflexão das práticas desenvolvidas em nossas unidades mantendo sempre a premissa de repassar a importância da cooperação como base da sociedade, fornecendo subsídio a nossos colaboradores para fomentar práticas junto às crianças, adolescentes e seus familiares, promovendo uma nova perspectiva de interação entre a comunidade e a organização.

Evely Trevisan


BEM-BOM-BELO

A visão da Eubiose consiste essencialmente numa abordagem humanista e proativa, dirigida para o melhoramento permanente do Homem, do ponto de vista intelectual, afetivo-emocional e espiritual, seja qual for sua origem ou etnia, crença ou religião, ideologia política ou profissão. Para a Eubiose, é o desenvolvimento harmonioso de todo o potencial humano que importa, tanto do ponto de vista individual, como do coletivo. A proposta da Eubiose pressupõe que o melhoramento individual deverá refletir-se em uma situação continuada de felicidade e de harmonia social, conseguidos por uma administração equilibrada da causa pública e do bem comum, em todas as esferas de governo.

Heidi Hirano


PROJETOS COOPERATIVOS E COMPETÊNCIAS SÓCIO-EMOCIONAIS PARA A AQUISIÇÃO DA LÍNGUA INGLESA: uma nova perspectiva de ensino em contraturno escolar

Com a visão de que a Educação está em um momento de transição que visa o ensino através das relações e interações cooperativas, o presente trabalho de aquisição de segunda língua no contraturno escolar foi realizado com diferentes formas de criação de projetos cooperativos, tais como: A Pedagogia da Cooperação e metodologias colaborativas, as Sete práticas da cooperação e Jogo OASIS. Estes, foram integrados ao trabalho de aquisição da língua inglesa na AfterSchool Educação, que será compartilhado no FICOO.

Heloisa Garcia


GRUPO DICA – Diálogo, Convivência e Ação

Acontece semanalmente em uma escola particular paulistana, com alunos do Ensino Médio. Tem como objetivos: a) proporcionar o exercício do Diálogo, desenvolvendo a expressão livre e responsável, bem como a escuta ativa e empática; b) criar um espaço de Convivência baseado no respeito e acolhimento à diversidade individual e no fortalecimento do pertencimento coletivo; c) favorecer a Ação coletiva, através de projetos pautados na cooperação e na solidariedade, buscando fortalecer uma postura autônoma, responsável e cidadã. As atividades criam conexões: consigo mesmo (exercícios de respiração, percepção corporal, check-in e check-out); consigo e com o outro (atividades como trânsito, escuta empática, entrevista apreciativa, fogueira), com todo o grupo (jogos cooperativos, momentos de diálogo, danças circulares); com o restante da comunidade escolar (projetos).

Inês Salles


Em janeiro de 2018, após muitas chuvas, as comunidades da Nova MARÉ e Baixa do Sapateiro ficaram sem água, luz e coleta de lixo. Para iniciar as atividades foi necessário muita mobilização e para envolver as crianças realizamos uma colônia de férias da cooperação. Os resultados foram surpreendentes!

Jessica Souza


Projeto Liderar Valores Humanos

Vivendo desde 2015 a experiência de valores humanos e cultura de paz através do uso dos jogos cooperativos dentro da recreação hoteleira, despertamos a possibilidade de levar essa mesma linguagem às lideranças das unidades de negócios do Beach Park. Em 2016 iniciamos o projeto intitulado “Liderar Valores Humanos”, que já teve até hoje a participação de mais de 70 gestores do Beach Park. O projeto “Liderar Valores Humanos” tem esse nome pois acreditamos que, mais do que o rótulo de colaboradores, cada gestor tem em suas mãos seres humanos cheios de valores e que precisam, muitas vezes, de ajuda para serem despertados e orientados. Utilizamos como metodologia os jogos cooperativos, meditação e exercícios de autoconhecimento para despertar todos os valores adormecidos nas pessoas que vivem essa experiência. O principal objetivo do projeto é despertar nas lideranças a responsabilidade e o impacto, positivo ou negativo, que cada uma delas tem na vida dos seus liderados.

Jessica Souza


RECREAÇÃO COM VALORES HUMANOS: a construção da cultura de paz através de atividades recreativas no Beach Park

Os Beach Friends são os recreadores que trabalham nos resorts do Beach Park com o objetivo de trazer muita alegria e diversão durante a estadia dos clientes. Todos os Beach Friends são estudantes ou profissionais da área de Educação Física, Turismo e Pedagogia. Além da formação acadêmica, todos os Beach Friends passam por uma capacitação que chama-se RecreaSER! Esses encontros capacitam os Beach Friends para trabalharem com a nossa filosofia que é a Recreação com valores humanos. Todos nossos valores são trabalhos através do autoconhecimento pelos recreadores e são reforçados em todas as atividades, desde a sua construção à sua aplicação. A metodologia para desenvolver esses valores são os jogos cooperativos que são ferramentas onde o ser humano pode desenvolver habilidades como o respeito e o cuidado com o outro, a superação de conflitos em grupo, a estratégia para vencer juntos, e principalmente minimizar os efeitos da competição, muito valorizada em nossa sociedade, e dar a oportunidade das crianças em trabalharem a colaboração.

 

Lúcia Fernanda


Objetivando cuidar do convívio e do respeito dentro de organizações diversas e para provocar a conscientização sobre a importância da cooperação, foram aplicadas oficinas, com o tema cooperação e convivência a partir de práticas que evoluíam das mais simples as mais complexas. As práticas ocorreram com alunos e professores de uma escola de ensino médio técnico, com internos em uma instituição socioeducativa para menores infratores, com colaboradores e gestores de uma grande rede de drogarias e, de igual modo, em uma pequena empresa de entregas. O que mostra que os jogos cooperativos e a pedagogia da cooperação trouxeram uma reflexão sobre o tema e o despertar de uma consciência da importância da convivência e da cooperação.

Lucia Fernanda


CONVIVÊNCIA E COOPERAÇÃO: Experiência com alunos do ensino médio técnico (EMT) de Farmácia do ITB do Engenho Novo – Barueri

Foram aplicados 6 encontros com 70 alunos do curso técnico de farmácia do ITB do Engenho Novo de Barueri, abordando os temas convivência e cooperação, com práticas de jogos dos simples aos mais complexos, em encontros com duração de 50 minutos, com a abordagem de temas como, “a importância da cooperação e da convivência”, “a prática do diálogo e da escuta”, “o cuidado com o outro”, “a confiança”, “a co-criação” e a “celebração”. Logo após o segundo encontro os alunos reportaram melhoria do diálogo no ambiente familiar. Em questionário aplicado após os seis encontros, relataram que os jogos favoreceram o convívio e o respeito entre eles, que aprenderam a se ouvir mais e que acreditam que os jogos cooperativos podem melhorar ainda mais a união, a convivência e a cooperação entre os alunos da escola.

Marcio Tubarão


A Pedagogia da Cooperação na trans-forma-ação de Professores da rede municipal de Santo André.

A ação está em sua segunda edição e busca a TRANSFORMA-AÇÃO de professores da rede municipal de Santo André. Em 2018, está sendo realizado o II curso que conta com a participação de 23 professores, sendo que em 2017, o curso formou 15 professores. a formação possui 12 encontros, sendo discutidas diversas temáticas como: A Pedagogia da Cooperação, As Danças Circulares Sagradas, Os jogos cooperativos, Diálogo …entre outras. Ao final dos 12 encontros, realizamos o EM-COM-TRO de Práticas cooperativas da rede municipal, onde cada professor de tornar protagonista e traz para a rede boas práticas realizadas em seu ambiente de trabalho, seja com seus alunos, familiares ou parceiros de trabalho e se torna assim, um efetivo agente da TRANSFORMAÇÃO cooperativa na cidade e na educação andreense.

Maria Adelina Di Mare


Famílias de pessoas com deficiências – Diálogos e Resiliência Construção da Cortina da Vida

O projeto focalizou a atenção para as famílias que levam seus filhos com múltiplas deficiências às atividades de arte-educação no serviço social de São Gonçalo. Este município é o mais populoso do estado, entretanto apresenta rede de apoio social precária. As Rodas acontecem semanalmente desde setembro de 2017. Durante o processo as mães representaram suas vidas em uma cortina de fios e mostraram que o fio das dificuldades era bem menor que os outros que representavam suas novas aprendizagens depois que o filho com deficiência nasceu. A metodologia desenvolvida parte do Círculo de Cultura de Paulo Freire, associada à Pedagogia da Cooperação e as metodologias colaborativas, principalmente, praticas de Diálogos, Arte de Anfitriar Pessoas, Comunicação Não Violenta, Jogos Cooperativos e Danças Circulares.

Maria de Fátima


BEM-BOM-BELO

A visão da Eubiose consiste essencialmente numa abordagem humanista e proativa, dirigida para o melhoramento permanente do Homem, do ponto de vista intelectual, afetivo-emocional e espiritual, seja qual for sua origem ou etnia, crença ou religião, ideologia política ou profissão. Para a Eubiose, é o desenvolvimento harmonioso de todo o potencial humano que importa, tanto do ponto de vista individual, como do coletivo. A proposta da Eubiose pressupõe que o melhoramento individual deverá refletir-se em uma situação continuada de felicidade e de harmonia social, conseguidos por uma administração equilibrada da causa pública e do bem comum, em todas as esferas de governo.

Paula Rocha


Jogo Cooperativo para Formação de Equipes

De maneira simples, porém profunda, ele possibilita que os participantes compreendam que trabalhar em equipe não é gostar de todo mundo e nem ter as mesmas opiniões, mas sim somar esforços individuais para atingir um objetivo único: o resultado! São 5 etapas: Autoconhecimento, Flexibilidade, Comunicação, Respeito e Empatia. Ao final, cada participante escreve uma Meta de Mudança pós jogo favorecendo assim a mudança.

Priscila Fonseca


Cooperativa Mirim

O Programa Cooperativa Mirim está voltado para a formação de crianças e adolescentes e seu foco de atuação é a experiência comunitária, fortalecida pelo desenvolvimento da cooperação, da cidadania, do protagonismo e da autonomia, habilidades requeridas para a participação na vida pública e para a prática da cidadania. Para realizar seus objetivos, promove aprendizagens que favoreçam a iniciativa, a comunicação, a sociabilidade, a liderança e a reflexão dos estudantes sobre a sua prática, a partir de pressupostos cooperativistas.

Regina Moreira


 JOGOS COOPERATIVOS contribuindo para o diálogo e para a comunicação não violenta em instituição de educação profissional

Estudo contou com a participação de 45 professores e colaboradores de uma Escola de Educação Profissional Nível Técnico, localizada no interior do estado de São Paulo que participaram de XX oficinas. Para análise, optou-se por uma pesquisa qualitativa. Os registros foram feitos a partir dos relatos apresentados. E os dados foram analisados sob a técnica análise de conteúdo proposta por Bardin (1995) articulado com o referencial teórico da psicologia cognitiva e recentes publicações da área educacional. Nos registros dos relatos durante as rodas de conversa foi possível perceber que os colaboradores despertaram para inúmeras possibilidades de utilização dos jogos cooperativos na melhoria do diálogo no seu local de trabalho.

Rosangela Laranja


UMA EXPERIÊNCIA DA PEDAGOGIA DA COOPERAÇÃO EM TURMAS DA SEGUNDA SÉRIE DO ENSINO MÉDIO NO COLÉGIO ALCINA – ACERTOS E DESACERTOS

Experiência feita no Colégio Estadual Professora Alcina Rodrigues Lima, com duas turmas da segunda série do Ensino Médio da Professora Thays, nas disciplinas de Língua Portuguesa e Letramento, no início do ano letivo de 2018.

Rosmeiry S. Rosy


BEM-BOM-BELO

A visão da Eubiose consiste essencialmente numa abordagem humanista e proativa, dirigida para o melhoramento permanente do Homem, do ponto de vista intelectual, afetivo-emocional e espiritual, seja qual for sua origem ou etnia, crença ou religião, ideologia política ou profissão. Para a Eubiose, é o desenvolvimento harmonioso de todo o potencial humano que importa, tanto do ponto de vista individual, como do coletivo. A proposta da Eubiose pressupõe que o melhoramento individual deverá refletir-se em uma situação continuada de felicidade e de harmonia social, conseguidos por uma administração equilibrada da causa pública e do bem comum, em todas as esferas de governo.

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Experiência FICOO



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Armário Coletivo


O Armário Coletivo é uma ação de intervenção urbana, que utiliza armários para transformar espaços públicos e criar novos hábitos de consumo colaborativo entre pessoas. No FICOO, teremos o Armário Coletivo instalado para facilitar o fluxo da abundância entre nós. Leve roupas, livros, brinquedos, objetos e tudo mais que você gostaria de disponibilizar para quem precisar. Lembre de dar uma geral neles para que estejam em boas condições, tipo, pronto para usar e se lambuzar “com-o-sumo” desta nossa cooperação!

Festa DIVER


Inspire-se pela Beleza da Abundância e prepare-se para a grande celebração de nossa DiverCidade!!! Participe da Festa DIVER deixando toda sua exuberância apareSer pra todo mundo!

 

Participação: Maracatu Congo do Ouro

Em uma apresentação vibrante e intensa, o grupo Maracatu Ouro do Congo traz a batida do Baque Virado, louvando os Pretos Velhos, saudando os Orixás. É um grupo filho das Nações do Maracatu Porto Rico e Encanto do Pina, nascido em São Paulo. “Sonhei a liberdade, sofri sim senhor. Hoje eu canto alegria, trazendo energia, tocando o tambor”, a força do tambor, a dança que saúda dos Reis do Congo, a alegria de cantarmos nossa história e reverenciarmos nossos ancestrais, numa manifestação negra, trazendo pra rua o toque Nagô.

 

Fundado em 2010, o grupo exerce um trabalho sociocultural, oferecendo oficinas gratuitas e trabalhando pelo fortalecimento da cultura afro-brasileira. As atividades envolvem construção de instrumentos, estudo de toques e ritmos, de danças, de roupas, símbolos que envolvem essa manifestação ancestral brasileira.

 

 

 

Mercado Colaborativo


Mercado Colaborativo no FICOO 2018, um espaço-tempo para você mostrar e comercializar produtos inspiradores, criar novas conexões, gerar negócios, fazer amigos e fortalecer parcerias. Faça com-tato e traga-se para cá!

 

Expositores confirmados:

  • Teia Cooperativa
  • Editora Palas Athena
  • Bhava BioCosméticos
  • Projeto Cooperação
  • Empreendimento Economia Solidária

Meu Copo Eco


Com o objetivo de substituir o descartável e criar uma nova cultura de consumo acessível a todos, o Meu Copo Eco estará conosco nessa edição.

  • 100% produzido no Brasil.
  • Reduz o lixo em 80%.
  • Reutilizável, resistente e totalmente reciclável.
  • 25 vezes mais sustentável do que qualquer opção de copo descartável.
  • Socialmente responsável incentivando um consumo consciente e ambientalmente correto
  • Financeiramente viável e acessível.

 

Ritmo



11 OUT
quinta-feira
14h00 – 18h00

Recepção, credenciamento e atividades de conexão

18h30 – 19h30

Abertura do FICOO 2018

19h30 – 20h30

Conferência

ROBERT HAPPE
Cooperação: a beleza da abundância em ação

20h30 – 20h50

Diálogo com ROBERT HAPPE

20h50 – 21h00

Celebrar a Comum-Unidade FICOO

13 OUT
sábado
09h00 – 09h30

Atividades de Com-fiança

09h30 – 11h00

Painel Colaborativo
A Cooperação na Educação e Comunicação

11h00 – 11h30

Tempo livre
Mercado Colaborativo

11h30 – 13h00

Laboratório de Com-Vivências

13h00 – 14h30

Tempo livre
Mercado Colaborativo

Roda de Conversação: “Folga para Conversas Significativas”

14h30 – 18h30

Oficinas de Cooperação

1. Pedagogia da Cooperação
2. Acordos de Paz
3. Danças da Paz Universal
4. Juegos Cooperativos, Resolución de Conflictos y Derechos Humanos
5. Aikidô: a arte da cooperação
6. Oásis e Filosofia Elos
7. Jogos Cooperativos de Tabuleiro
8. O emocionar como fundamento para o cooperar
9. Thinking environment
10. CNV e Tomada de decisão nas organizações

18h30 – 19h00

Tempo livre
Mercado Colaborativo

19h00 – 21h00

Festa DIVER

12 OUT
sexta-feira
09h00 – 09h30

Atividades de conexão e de cuidado

09h30 – 11h00

Painel Colaborativo
A Cooperação nas Organizações

11h00 – 11h30

Tempo livre
Mercado Colaborativo

11h30 – 12h20
Painel Colaborativo
Compartilhar IN-QUIETA-AÇÕES sobre a prática da cooperação no mundo
Comum-Unidade FICOO
12h20 – 13h00

Feira de Boas Práticas Cooperativas

13h00 – 14h30

Tempo livre
Mercado Colaborativo

Roda de Conversação: “Folga para Conversas Significativas”

14h30 – 18h30

Oficinas de Cooperação:

1. A Arte de Anfitriar
2. Juegos Cooperativos, Resolución de Conflictos y Derechos Humanos
3. Escuta, Improvisação e Cooperação
4. Música do Círculo
5. Oásis e Filosofia Elos
6. Democracia Profunda
7. Design Thinking
8. Economia Criativa e Colaborativa
9. Mais libras, por favor! – um convite ao movimento
10. O Jogo da Política

18h30 – 19h00

Tempo livre
Mercado Colaborativo

19h00 – 20h00

Conferência

LIA DISKIN
Cooperação em tempos vorazes, onde nada é o bastante

20h00 – 20h30

Diálogo com LIA DISKIN

20h30 – 21h00

Celebrar a Comum-Unidade FICOO

 

14 OUT
Domingo
09h00 – 09h30

Atividades de cocriação

09h30 – 11h00

Painel Colaborativo

Cooperação na Política e Cidadania

11h00 – 11h30

Tempo livre
Mercado Colaborativo

11h30 – 12h30

Cocriar o FICOO 2020

12h30 – 13h30

Conferência

EDUARDO CARMELLO
A Cultura Colaborativa nas Organizações: conciliando engajamento com produtividade

13h30 – 14h00

Diálogo com EDUARDO CARMELLO

14h00 – 14h30

Celebração da Comum-Unidade FICOO

com Edgard Gouveia Jr.

14h30 – 15h00

TIME DO CORAÇÃO

2015: A experiência da DiverCidade
2017: O Poder da Parceria
2018: A Beleza da Abundância
Encerramento do FICOO 2018 e lançamento do FICOO 2020